macniak/iStock
Amor & Sexo Amor & Sexo Amor & Sexo Saúde Vida Prática

Zona “V” sem mistérios: nove fatos sobre a região íntima que você deve conhecer

Conhecer bem o próprio corpo é um dos primeiros passos para garantir a saúde e, quando o assunto é a região íntima feminina, ainda são muitos os mitos que impedem as mulheres de manter os cuidados certos e até encontrar mais prazer. Desvende os nove mais frequentes.

+ Cinco dicas para não deixar que o inverno esfrie a sua relação

+ Paleta de cores valoriza a aparência e facilita seus looks. Descubra a sua

+ Fios lindos e bem-cuidados! Dicas para economizar entre as visitas ao salão

A vagina muda à medida que o tempo passa

Verdade. A vagina sofre sim transformações ao longo da vida, e aqui a prevenção é o melhor remédio para envelhecer bem. “Ela tem alterações com a idade, como qualquer outra parte do corpo. Vai perdendo um pouco do tônus e pode ficar mais flácida. Para reduzir isso, você deve investir em exercícios que melhoram a parte muscular. Do mesmo jeito que lembramos de fazer atividades para os braços, pernas e abdômen, devemos lembrar de trabalhar o assoalho pélvico desde cedo”, explica a fisioterapeuta sexual Débora Pádua.

Fazer muito sexo pode deixar a vagina “alargada”

Mito. Muita gente acredita que quem pratica muito sexo pode acabar com a região mais larga ou flácida, mas isso está longe de ser realidade. “É exatamente o contrário: a mulher tem uma atividade da musculatura durante o sexo que faz com que ela fique ativa por mais tempo e mantenha o tônus. Ajuda muito, especialmente se você tem orgasmos, que geram contrações na região”, revela.

A vagina pode até dobrar de tamanho durante o sexo

Canal vaginal se ajusta durante o sexo e pode até dobrar de tamanho. Foto: VladimirFLoyd/iStock
Canal vaginal se ajusta durante o sexo e pode até dobrar de tamanho. Foto: VladimirFLoyd/iStock

Verdade. Tamanho realmente não é documento, já que a sua vagina tem a capacidade de aumentar, ou até contrair, com facilidade. “O canal vaginal pode chegar a dobrar o seu tamanho durante a prática sexual, justamente para se adequar ao tamanho do pênis – seja ele qual for – e não sentir dor”, conta.

Alimentação pode alterar o cheiro vaginal

Mito. Até pode acontecer, mas é praticamente imperceptível: “Não existem muitos estudos que comprovem, e se altera é pouco. A mulher já tem um odor que é comum e característico, que não pode ser modificado. As mudanças acontecem muito mais por conta de infecções e doenças sexualmente transmissíveis, então se mudar demais e ficar desagradável procure um médico”.

Corrimento pode ser normal

Verdade. Nem toda secreção eliminada é sinal de que algo não vai bem, como o DaquiDali já te contou em matéria recente. “O corrimento fisiológico é resultado da atuação das bactérias, das células de descamação do canal e das secreções da própria vagina. Ele pode ter vários aspectos, como branco, leitoso, transparente e até espesso, e é normal. O que chama muito a atenção é que ele não acompanha sinais de irritação na vulva, na parte externa e nem no canal, ou seja, não tem dor, não tem ardência e nem vermelhidão. É um corrimento que também não tem cheiro forte”, esclarece o ginecologista Alberto Guimarães.

Dormir sem calcinha é prejudicial

Dormir sem calcinha é saudável e recomendado. Foto: g-stockstudio/iStock
Dormir sem calcinha é saudável e recomendado. Foto: g-stockstudio/iStock

Mito. Se você gosta de dormir nua, pode comemorar: a prática é saudável. “Na verdade, ajuda bastante e é aconselhável que você fique sem a peça íntima para permitir a ventilação da vagina. Como fica muito abafada durante o dia, é preciso dar esse tempo para prevenir alterações e problemas”, aconselha.

Sabonete íntimo é melhor que o comum

Verdade. Algumas mulheres se adaptam muito bem ao uso do mesmo sabonete utilizado no restante do corpo, mas para outras o uso do íntimo é importante. “Ele foi desenvolvido exclusivamente para essa parte do corpo para manter o pH, mas nem todas conseguem usar também. Se experimentou o percebeu mais sensibilidade ou coceira o mais indicado é utilizar o sabonete de glicerina, o mesmo utilizado em bebês, que não causa nenhuma agressão”, indica.

É preciso lavar a parte interna da vagina

Mito. Fazer a higiene do canal vaginal é um erro frequente e deve ser abolido. “Você não deve lavar de maneira nenhuma. O canal vaginal não pode receber água, tanto porque altera o pH, quanto pela própria forma de jogar essa água, que pode provocar lesões. Só deve ser lavado em casos específicos se o seu médico indicar por conta de algum problema de saúde”, informa.

Usar protetor de calcinha é ruim

Mito. Você já deve ter ouvido falar que os protetores de calcinha abafam a região e podem causar infecções, o que costumava ser verdade. “Há pouco tempo não existia o protetor com furinhos que permitem a respiração da vagina, então era mesmo contraindicado. Agora eles já existem e o cuidado está na hora de comprar: não use os que são para a menstruação, procure os próprios para essa finalidade e com essas aberturas. Não é algo necessário para se usar, mas, como algumas mulheres com um pouco mais de secreção se incomodam, elas podem optar por eles”, adverte.

Advertisement

Enquetes

enquete

Qual tendência você acha mais difícil de usar?

Carregando ... Carregando ...