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Zona “V” sem mistérios: nove fatos sobre a região íntima que você deve conhecer

Conhecer bem o próprio corpo é um dos primeiros passos para garantir a saúde e, quando o assunto é a região íntima feminina, ainda são muitos os mitos que impedem as mulheres de manter os cuidados certos e até encontrar mais prazer. Desvende os nove mais frequentes.

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A vagina muda à medida que o tempo passa

Verdade. A vagina sofre sim transformações ao longo da vida, e aqui a prevenção é o melhor remédio para envelhecer bem. “Ela tem alterações com a idade, como qualquer outra parte do corpo. Vai perdendo um pouco do tônus e pode ficar mais flácida. Para reduzir isso, você deve investir em exercícios que melhoram a parte muscular. Do mesmo jeito que lembramos de fazer atividades para os braços, pernas e abdômen, devemos lembrar de trabalhar o assoalho pélvico desde cedo”, explica a fisioterapeuta sexual Débora Pádua.

Fazer muito sexo pode deixar a vagina “alargada”

Mito. Muita gente acredita que quem pratica muito sexo pode acabar com a região mais larga ou flácida, mas isso está longe de ser realidade. “É exatamente o contrário: a mulher tem uma atividade da musculatura durante o sexo que faz com que ela fique ativa por mais tempo e mantenha o tônus. Ajuda muito, especialmente se você tem orgasmos, que geram contrações na região”, revela.

A vagina pode até dobrar de tamanho durante o sexo

Canal vaginal se ajusta durante o sexo e pode até dobrar de tamanho. Foto: VladimirFLoyd/iStock
Canal vaginal se ajusta durante o sexo e pode até dobrar de tamanho. Foto: VladimirFLoyd/iStock

Verdade. Tamanho realmente não é documento, já que a sua vagina tem a capacidade de aumentar, ou até contrair, com facilidade. “O canal vaginal pode chegar a dobrar o seu tamanho durante a prática sexual, justamente para se adequar ao tamanho do pênis – seja ele qual for – e não sentir dor”, conta.

Alimentação pode alterar o cheiro vaginal

Mito. Até pode acontecer, mas é praticamente imperceptível: “Não existem muitos estudos que comprovem, e se altera é pouco. A mulher já tem um odor que é comum e característico, que não pode ser modificado. As mudanças acontecem muito mais por conta de infecções e doenças sexualmente transmissíveis, então se mudar demais e ficar desagradável procure um médico”.

Corrimento pode ser normal

Verdade. Nem toda secreção eliminada é sinal de que algo não vai bem, como o DaquiDali já te contou em matéria recente. “O corrimento fisiológico é resultado da atuação das bactérias, das células de descamação do canal e das secreções da própria vagina. Ele pode ter vários aspectos, como branco, leitoso, transparente e até espesso, e é normal. O que chama muito a atenção é que ele não acompanha sinais de irritação na vulva, na parte externa e nem no canal, ou seja, não tem dor, não tem ardência e nem vermelhidão. É um corrimento que também não tem cheiro forte”, esclarece o ginecologista Alberto Guimarães.

Dormir sem calcinha é prejudicial

Dormir sem calcinha é saudável e recomendado. Foto: g-stockstudio/iStock
Dormir sem calcinha é saudável e recomendado. Foto: g-stockstudio/iStock

Mito. Se você gosta de dormir nua, pode comemorar: a prática é saudável. “Na verdade, ajuda bastante e é aconselhável que você fique sem a peça íntima para permitir a ventilação da vagina. Como fica muito abafada durante o dia, é preciso dar esse tempo para prevenir alterações e problemas”, aconselha.

Sabonete íntimo é melhor que o comum

Verdade. Algumas mulheres se adaptam muito bem ao uso do mesmo sabonete utilizado no restante do corpo, mas para outras o uso do íntimo é importante. “Ele foi desenvolvido exclusivamente para essa parte do corpo para manter o pH, mas nem todas conseguem usar também. Se experimentou o percebeu mais sensibilidade ou coceira o mais indicado é utilizar o sabonete de glicerina, o mesmo utilizado em bebês, que não causa nenhuma agressão”, indica.

É preciso lavar a parte interna da vagina

Mito. Fazer a higiene do canal vaginal é um erro frequente e deve ser abolido. “Você não deve lavar de maneira nenhuma. O canal vaginal não pode receber água, tanto porque altera o pH, quanto pela própria forma de jogar essa água, que pode provocar lesões. Só deve ser lavado em casos específicos se o seu médico indicar por conta de algum problema de saúde”, informa.

Usar protetor de calcinha é ruim

Mito. Você já deve ter ouvido falar que os protetores de calcinha abafam a região e podem causar infecções, o que costumava ser verdade. “Há pouco tempo não existia o protetor com furinhos que permitem a respiração da vagina, então era mesmo contraindicado. Agora eles já existem e o cuidado está na hora de comprar: não use os que são para a menstruação, procure os próprios para essa finalidade e com essas aberturas. Não é algo necessário para se usar, mas, como algumas mulheres com um pouco mais de secreção se incomodam, elas podem optar por eles”, adverte.

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