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Conversa de Mãe Vida Prática

Seis mitos da amamentação que você precisa conhecer já

Nada mais comum do que passar por alguns momentos de incerteza e angústia durante a gestação, afinal é difícil de prever exatamente o que está por vir. E um dos tópicos que mais geram ansiedade nas futuras mamães é a amamentação. Esse ato, no entanto, é fundamental, e é preciso lembrar que o aleitamento materno exclusivo é recomendado pela Organização Mundial da Saúde nos primeiros seis meses de vida. “Os bebês que são alimentados nos primeiros meses de vida com leite materno apresentam um risco menor de ter diagnósticos como desnutrição, alergias, doenças respiratórias, problemas de fala e diarreia”, explica a ginecologista e obstetra Erica Mantelli. Contudo, esse gesto tão importante para a saúde e a formação de laços com o bebê ainda é cercado de mitos. Esclareça os mais frequentes e reduza as dúvidas.

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Nervosismo, ansiedade e estresse podem interferir na produção de leite

Verdade. De acordo com a especialista, o estresse produz uma quantidade de adrenalina que bloqueia a oxitocina, um hormônio importante da amamentação. Por esse motivo, a mulher tende a produzir menos leite nesses momentos tensos.

Algumas mulheres têm leite fraco

Mito. Pode ficar tranquila, o leite de nenhuma mãe é “fraco” para o seu bebê. “Após o parto a mulher começa produzir um leite adequado para beneficiar a criança. O leite tem fases e a sua coloração depende de cada uma. No primeiro momento, ele é mais claro pois tem a função de hidratar e saciar a sede. No segundo, é mais incorporado por conta da quantidade de gordura, que serve para alimentar o bebê”, esclarece.

Leite materno pode ser congelado

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Verdade. O leite materno pode sim ser congelado, uma boa saída para não precisar acordar sozinha nas mamadas noturnas e até continuar oferecendo exclusivamente o seu leite após o período de licença-maternidade. “Ele deve ser retirado e guardado imediatamente no congelador ou freezer. Pode ser conservado por até 12 horas na geladeira e congelado por 15 dias, em recipiente esterilizado”, conta a especialista.

Amamentação é dolorosa

Mito. Apesar de algumas mulheres sentirem dor durante a amamentação, isso está relacionado à pegada, e não é o considerado normal. “Com a pegada ideal, a amamentação deve ser um momento de prazer e interação. Algumas mães são mais sensíveis e sofrem com a mama inchada, sentem a região dolorida. Nos casos em que elas sentem desconforto é importante procurar um ginecologista e verificar se não há sinais de infecção (mastite)”, indica.

A posição do bebê pode interferir na mamada

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Verdade. Segundo a médica, o ideal é que você permaneça sentada e coloque o bebê contra o seu corpo com a cabeça apoiada no antebraço do mesmo lado que o seio que será oferecido. Também é possível fazer uso de um travesseiro para elevar o bebê e não cansar o braço.

A criança deve mamar a cada duas ou três horas

Mito. Não existe uma regra específica para o bebê mamar, isso deve acontecer quando ele sentir fome: “Com o passar do tempo, as crianças criam os seus próprios hábitos e algumas passam a mamar a cada duas ou três horas”.

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