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Comportamento

Uma neurocientista descobriu como maximizar a felicidade. Vem saber!

Dizem que a vida é feitas de escolhas, mas, dentre as milhares que precisamos fazer ao longo da vida, de acordo com a Ciência, uma delas é a mais importante de todas: tomar menos decisões. Como assim?

Quem afirma é Moran Cerf, uma neurocientista da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, especialista no estudo de tomada de decisões há mais de 10 anos. Para ela, maximizar a felicidade não tem relação com bens materiais, ideologia de vida ou mesmo experiências, mas sim, na quantidade de decisões que se toma e na companhia das pessoas que você escolhe para passar o tempo. E isso “não é apenas um conselho para escolher seus amigos com cuidado”, disse ela ao Business Insider.

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Como tomar muitas decisões exige muito do ser humano, diminuir a quantidade pode ajudar a ser mais feliz. Foto: SIphotography/iStock

Dois fatores a levam a concluir isso:
– O primeiro é que a tomada de decisão em si demanda energia, é cansativa. E você precisa tomar muitas durante o dia, das mais simples às mais complexas.

– O segunda é o fato de as pessoas acreditarem falsamente que estão no controle total de sua felicidade ao fazer essas escolhas, que elas julgam como corretas, e desse modo, pensam que as vão colocar em um bom estado de satisfação com a vida. Para a neurocientista, a verdade é que a tomada de decisões é repleta de preconceitos que influenciam o julgamento, como confundir experiências ruins como boas, e vice-versa, e permitir que as emoções transformem uma escolha racional em uma irracional, por exemplo.

A pesquisa descobriu que, quando duas pessoas estão na companhia uma da outra, suas ondas cerebrais começam a parecer quase idênticas. Segundo Cerf, “quanto mais estudamos esse comprometimento, vimos uma e outra vez que apenas estar ao lado de certas pessoas realmente alinha seu cérebro com o delas“, com base em aspectos reais como o cheiro do ambiente em que estão, o nível de ruído e muitos outros fatores. Ela complementa: “isso significa que as pessoas com quem você sai realmente têm um impacto no seu envolvimento com a realidade além do que você pode explicar. E um dos efeitos é que você se torne semelhante”. Isso fica muito nítido quando um comediante faz com que os outros achem graça, por exemplo.

Sendo assim…

A conclusão é que, se as pessoas querem maximizar a felicidade e minimizar o estresse, eles devem construir uma vida que requer menos decisões e se cercarem de pessoas que incorporem os traços que eles mais gostam.

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