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Comportamento

Quatro maneiras de evitar brigas nas redes sociais

As redes sociais foram criadas para conectar as pessoas no sentido mais positivo possível. O problema é que tem gente que se sente tão íntima por acompanhar a vida (ainda que de forma virtual) do outro que acaba passando dos limites e “falando mais que a boca”, ou melhor, “teclando mais que os dedos”. O resultado? Uma baita confusão se arma e uma amizade fica em perigo. Como evitar isso? É o que você vai aprender agora!

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Evite assuntos pessoais

Tudo bem que as redes sociais são pessoais e muita gente arrasa nesse aspecto, postando detalhes que talvez jamais dissesse ao vivo, mas não é por isso que dá para sair comentando o que quiser.”Evite tocar em assuntos muito íntimos, seus e dos outros, porque, assim, você dá liberdade para comentários que podem ser bem desagradáveis. O caso se agrava se sua história envolver outra pessoa, que pode não considerar a mesma naturalidade para a divulgação do assunto”, alerta o psicólogo Andre Melo.

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Esqueça as indiretas

As redes sociais são o maior palco que existe para as indiretas. O problema é se “a carapuça servir” para mais pessoas além daquela que você quer atingir. “Além da possibilidade de atingir muitos ao mesmo tempo, ela pode ser tão específica que só falta mesmo marcar a pessoa a quem se refere. Ao evitar isso, especulações, climões e exposição da sua vida pessoal passam longe do seu dia a dia“, lembra Melo.

Cuidado com as palavras

Segure a língua, mas, em tempos modernos, cuidado também com os dedos! Fique atenta ao que escreve, principalmente se houver bullying e preconceito nas entrelinhas, como “programa de índio”, “serviço de preto”, “parece mulher”, e por aí vai. A recomendação do especialista é: “não publique postagens de linguagem preconceituosa ou desrespeitosa, porque assim pode ferir o outro, e aí passa de um simples comentário para uma agressão verbal, que pode tomar até níveis jurídicos, ainda mais quando a mensagem é direta. Exemplo: uma piada com alguém acima do peso, negro ou de outra naturalidade”.

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Não julgue a opinião alheia

Isso é muito comum em relação a crenças, mas pode acontecer em diversas situações, quando algo pequeno pode virar um problemão. “A pessoa posta algo sobre, religião, política ou esportes, e você comenta contra aquela opinião, contra o que ela acredita. Isso pode gerar uma discussão porque cada um pode compartilhar o que sentir vontade e, quando essa atitude é sua, dá liberdade para ela (e outros) fazerem isso com você em outras oportunidades”, diz o psicólogo.

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