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Eliana News

Eliana fala sobre o machismo em entrevista à Marie Claire

Quando o assunto é machismo nenhuma mulher realmente está imune, nem mesmo quando se vive em uma posição de destaque: em entrevista à Marie Claire, Eliana falou sobre o problema nos bastidores da televisão e como luta diariamente por um mundo com mais igualdade entre os gêneros.

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A comunicadora, que entrou para o mundo do entretenimento aos 14 anos, contou que construiu seu sucesso com muito trabalho e dedicação, e que sentiu na pele o machismo: “Eu também sofro preconceito no meu trabalho, no meu dia a dia. Eu sou mulher. Trabalhei por muitos anos como apresentadora e tive colegas homens que com menos tempo de trabalho ganhavam mais do que eu. Isso numa relativa igualdade de sucesso. Preconceito existe, sim, com certeza”.

Ela também revelou o que a fez a criar a campanha #ElianaPorTodasElas, que levou informação sobre o combate à violência contra as mulheres através da televisão e das redes sociais: “Depois de ouvir muito sobre abuso sexual, fui ficando angustiada. Como uma mulher num programa aos domingos pensei ter uma certa obrigação de ser um veículo facilitador de informação e conscientização. Não poderia ficar calada. Não bastava falar dentro de casa, com as amigas. Essa indignação me fez ir à TV”.

Interesse pela luta pela igualdade vem da infância, com exemplos em casa. Foto: Gustavo MBD/DAquiDali
Interesse pela luta pela igualdade vem da infância, com exemplos em casa. Foto: Gustavo MBD/DAquiDali

A vontade de lutar pelos direitos femininos, aliás, não vem de hoje, é parte dos valores aprendidos dentro de casa desde a infância. “Sempre fui interessada pela igualdade. Nasci vendo uma mulher forte, atuante, dividindo as funções com meu pai. Tenho o maior exemplo em casa, dona Eva. E vi isso em minha avó também. Minha luta é a favor das mulheres e não contra os homens”, revelou.

De olho no futuro

Eliana também lembrou da importância de transferir esses valores às crianças, algo que faz parte de seu dia a dia com o filho, Arthur, de cinco anos. “Ele ainda é muito pequeno, mas a gente vai plantando a sementinha do bem. Digo para não empurrar uma menina, para ser gentil, coisas simples. Mas criança, no final das contas, aprende com nossos exemplos, não exatamente com o que a gente fala“, explicou. ” Acredito muito num ditado que diz: ‘se a gente não for deixar um mundo melhor para nossos filhos, que a gente deixe filhos melhores para o mundo’”.

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