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Posts com a Tag ‘Superação’

Garotinho de 10 anos dá linda lição de positividade e superação

sexta-feira, 21 de julho de 2017

 

Ter uma visão positiva da vida é um poderoso ingrediente para vencer os obstáculos que podem se apresentar pelo caminho. E é por essa atitude vibrante e otimista que Zion Harvey, um garotinho americano de apenas 10 anos, chama tanto a atenção.

 

 

Quando tinha apenas dois anos, ele enfrentou uma grave infecção e, por consequência precisou ter as mãos e os pés amputados. Com próteses nos membros inferiores, ele se tornou muito ativo e, além disso, aprendeu a usar os antebraços para escrever, comer e brincar.

 

Sua mãe, no entanto, queria dar ainda mais qualidade de vida ao filho e, por isso decidiu procurar próteses para suas mãos. Foi assim, em 2015, que a família se deparou com a oportunidade de Zion receber um transplante duplo.

 

Segundo os médicos do Children’s Hospital of Philadelphia, esse tipo de procedimento não é comum para crianças por conta dos remédios imunossupressores, que devem ser tomados pelo resto da vida do transplantado e podem apresentar alguns riscos em longo prazo. Zion, no entanto, havia passado por um transplante de rim e, por isso, já fazia uso dos medicamentos. Foi assim que, sem jamais perder o sorriso no rosto (veja em um vídeo em inglês feito pelo próprio hospital), ele se tornou o mais jovem paciente a receber um transplante duplo de membros.

 

Poucos dias após a cirurgia, Zion já podia mexer os dedos. Muito além de seu progresso físico, no entanto, ele impressionou a equipe médica por outro motivo. “Ele lidou incrivelmente bem com tudo, melhor do que muitos adultos lidam com uma cirurgia comum, mais simples”, disse Scott Levin, o diretor do programa de transplante de mão do Hospital Infantil. “Nunca vi Zion chorar. Nunca o vi gritar, ou se queixar de dor, nunca o vi querer fugir da terapia, ele é um ser humano notável“.

 

Agora, dois anos depois da cirurgia, o menino volta a surpreender a internet: com a ajuda de muita fisioterapia e força de vontade, ele já consegue pegar objetos, jogar baseball e até escrever. Com essa nova habilidade, o garoto tem um plano muito especial: “quero escrever uma carta aos pais (do doador), por me darem as mãos de seu filho, porque eles não precisavam fazer isso se não quisessem”, falou cheio de gratidão.

 

Zion também não esquece todo o apoio e o empenho de sua mãe, Pattie Ray, durante todo o processo. “Devo tudo à minha mãe, porque ela me ajudou nos momentos mais difíceis da minha vida”, disse o garotinho em entrevista. Para fechar o menino mostra um pouco mais de sua franqueza e sabedoria infantil. “No lugar de não ter nenhuma mão, agora eu tenho duas. Todo resto continua igual. Meus amigos não mudaram, eles me tratam da mesma maneira. Sou só um garoto”. Maravilhosa lição de persistência, otimismo e positividade, não é?

 

Publicado por Equipe Eliana

Garotinha comemora 8 anos de sua história de superação com gratidão e amor ao próximo

terça-feira, 18 de julho de 2017

 

 

O que você quer ganhar de presente de aniversário? Foi ao responder essa pergunta comum de um jeito lindo e inusitado que a pequena Alannah viu a sua história ganhar a internet. É que para celebrar seus 8 anos, comemorados no início de junho, ela decidiu pedir cobertores e livros infantis para doar a bebês internados na UTI neonatal do Women & Children’s Hospital, em Buffalo, nos Estados Unidos.

 

 

Em uma carta enviada a um site local, a garotinha conta que há um motivo especial para essa ideia. Alannah nasceu nove semanas antes do previsto e, por conta de uma doença rara, passou seus primeiros 80 dias hospitalizada. No texto, ela diz que estava tão doente e frágil que seus pais não puderam pegá-la no colo até que completou um mês. “Tudo que eles podiam fazer por mim era ler, já que tocar minha mão ou minha cabeça me deixava chateada. A minha mãe leu pra mim em cada um dos 80 dias que eu fiquei internada”.

 

 

Além disso, por conta da fragilidade inicial, Alannah não podia usar roupinhas e os cobertores do hospital pareciam irritar sua pele. “Meus pais trouxeram alguns cobertores suaves e agradáveis que as enfermeiras colocaram sobre mim para me deixar confortável, o que me relaxou para que eu pudesse crescer e ficar saudável”.

 

Como mostra esse emocionante relato, a menina resolveu ajudar quem agora se encontra em uma situação que ela conhece muito bem. “Quero ajudar os bebês e os pais na UTI neonatal porque ela ocupa um lugar especial no coração da minha família, já que me ajudou a ficar saudável. Também quero trazer sorrisos para as mamães e os papais, porque minha mãe me disse que, às vezes, a UTI pode ser um lugar triste para os pais”.

 

Muito tocante ver como uma criança tão jovem demonstra a sua gratidão e quer ajudar ao próximo, não é? Suas lindas palavras chegaram a muitos corações: Alannah arrecadou 131 cobertores e 115 livros!

 

Publicado por Equipe Eliana

 

 

Superação e criatividade: fotógrafa com distrofia muscular usa sua experiência para criar aplicativo sobre acessibilidade

segunda-feira, 17 de julho de 2017

 

 

Nada melhor para começar bem a semana do que uma história inspiradora de positividade e superação. E essas palavras são perfeitas para descrever a canadense Maayan Ziv, que nasceu com distrofia muscular, já trabalhou como atriz, é fotógrafa e ativista.

 

“Todos enfrentamos obstáculos que podem entrar no caminho do que estamos procurando, mas acho que é necessário ter vontade e determinação suficientes para trabalhar com o que temos e ser criativos”, disse ela em entrevista.

 

 

Apesar dessa maneira leve e otimista de ver a vida, Maayan, que utiliza uma cadeira de rodas para se locomover, sentia-se frustrada por nem sempre saber se os locais em que queria ir, como bares, restaurantes e outros estabelecimentos, eram acessíveis em Toronto. Ao invés de desanimar por conta isso, ela colocou a criatividade para funcionar e criou o aplicativo AccessNow.

 

A plataforma tem uma interface simples (em versões desktop, e mobile para Android e IOS), com um mapa em que é possível saber se um estabelecimento ou ponto turístico é total ou parcialmente acessível ou se ele não tem acessibilidade alguma. O mais interessante é que o sistema é colaborativo, ou seja: qualquer um pode criar e avaliar novos pontos e, assim, tornar o aplicativo cada vez mais completo e funcional.

 

 

Atualmente há marcações na Europa, em toda a América do Norte, em algumas partes da América Central e em pouquíssimas da América do Sul – no Brasil, por exemplo, ainda não há nenhuma. Mas isso pode mudar com colaboradores brasileiros.

 

É incrível ver como uma história de superação pode ajudar tantas pessoas que enfrentam os mesmos desafios, não é? “Muitos pensam que a acessibilidade é algo apenas para pessoas com deficiência. Mas as pessoas não são deficientes, os ambientes são. A verdade é que todos se beneficiam de espaços acessíveis e inclusivos”, falou ao blog do Instagram.

 

Filho mostra gratidão por todos os sacrifícios da mãe a ajudando a realizar lista de desejos

domingo, 9 de julho de 2017

 

 

O amor de mãe é maior e mais forte do que qualquer obstáculo ou sacrifício que a vida coloque no caminho. E isso ocorre de maneira tão natural que, às vezes, os filhos não conseguem entender ou valorizar a dimensão dessa entrega.

 

Um bom reflexo disso é uma história cheia de sentimentos que está sendo contada em sites de todo mundo: Sian Pierre Regis, que durante a infância e a juventude deixou a insatisfação pela falta de dinheiro atrapalhar sua relação com a mãe, agora tenta mostrar todo seu carinho a levando para realizar uma lista de desejos dos mais variados.

 

O ponto de partida para essa virada no relacionamento foi quando Rebecca Danigelis, de 75 anos, deixou uma mensagem de voz para o filho dizendo que ela havia sido demitida. “Essa era a única coisa que a mantinha de pé. Acho que a minha maior preocupação era: se ela perdeu o emprego, o que mais ela tem?”, falou ele em entrevista.

 

Com isso em mente, Regis fez uma verdadeira viagem ao passado e se lembrou de todas as dificuldades que Rebecca, uma mãe solo que trabalhou a vida toda na equipe de limpeza de um hotel de Boston, teve que enfrentar para criá-lo e para pagar sua faculdade. “Então você enxerga o quão sortudo foi e se pega pensando ‘o que eu estava fazendo?’, ‘como fui estúpido!’, revelou.

 

Ao perceber que a mãe tinha deixado de lado todos os sonhos para tentar realizar os deles, Sian Pierre viu que era seu momento de retribuir e mostrar toda a sua gratidão. Juntos, eles criaram uma lista de desejos e passaram a viver essas experiências juntos.

 

Até o momento, Rebecca já tirou leite de uma vaca, fez aulas de hip hop e tomou lições de como usar o Instagram. Além disso, o filho a levou para sua terra natal, a Inglaterra, onde visitou o túmulo da irmã pela primeira vez. “Nunca me senti mais jovem ou mais amada e, na verdade, estou entusiasmada sobre o próximo capítulo”, contou Rebecca.

 

Assista os dois em ação no vídeo abaixo (em Inglês):

 

 

Muito lindo, não é? Nunca é tarde para mostrar carinho, amor e gratidão por aqueles que nos dão a vida. Que se inspirar?

 

Lição de vida! Time de idosas dribla descrença e o preconceito para jogar basquete

terça-feira, 4 de julho de 2017

 

 

 

Esse simpático grupo de mulheres, todas acima dos 80 anos, está dando uma verdadeira lição de superação, de vontade de viver e contra o preconceito. As ferramentas para isso? O esporte e a amizade.

 

Elas são jogadoras da equipe de basquete San Diego Splash, que tem apenas um lema para as suas atletas. “Se você consegue se levantar e se mexer, é bem-vinda”, diz Meg Skinner, uma das mais experientes do grupo, com 91 anos. “Tinha 78 anos quando consegui meus primeiros tênis de basquete. Então isso foi uma emoção”, fala em vídeo publicado pela “ESPNW”.

 

 

Apesar da garra, o grupo tem que lidar constantemente com frases desencorajadoras, como “você vai acabar quebrando um braço ou uma perna”; e outras preconceituosas, como “você já passou da idade para isso”. Elas provam, no entanto, que os aniversários acumulados não devem ser impedimento para aproveitar a vida e tentar coisas novas: já levaram dois títulos no National Senior Games – jogos especiais para idosos realizados nos Estados Unidos – e conquistaram o coração do país.

 

Quer mais um motivo para o time entrar em quadra cheio de alegria e vontade de vencer? Meg explica que para ela e suas colegas, poder jogar tem um sabor especial, pois nem sempre isso foi permitido para elas. “Quando estava na adolescência, não praticávamos esporte como as garotas fazem hoje em dia. Não tivemos essa oportunidade”.

 

Veja o time em ação no vídeo abaixo (em inglês):