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Posts com a Tag ‘racismo’

Conheça as gêmeas diferentes superfofas que fazem sucesso na internet

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

 

O mundo é repleto de pessoas de todos os jeitos, formas e cores! E é a diversidade que torna a vida nesse planeta tão rica e especial, por isso deve ser valorizada e respeitada sempre.

 

 

Que o diga Clementina Shipley, que teve três lindas filhas, todas diferentes umas das outras. Clementina ficou famosa na internet depois que suas gêmeas Isabella e Gabriela, hoje com sete meses, nasceram. Elas são gêmeas não idênticas, mas têm um detalhe especial: seu tom de pele é diferente e único!

 

 

As pequenas são muito lindas e fofas, cada uma à sua maneira, mas a mãe conta que elas já foram alvo de preconceito por conta de sua cor. Diante disso, Clementina fala que o amor que recebe é muito maior, e fica feliz com a oportunidade de mostrar como os genes negros são incríveis e capazes de gerar bebês tão diferentes.

 

Sweet baby sisters. Happy 7 months my loves. #twinsofinstagram #twins #blacktwins #twinsisters #browneyes #greyeyes #babylove #babyrolls #sunshine

Uma publicação compartilhada por T H R E E S I S T E R S (@littlestronggirls) em

 

Em seu perfil no Instagram, Clementina publica várias fotos das suas meninas e mostra como cada ser humano nesse planeta é único, especial e merece todo o nosso respeito!

 

Garotinhas de quatro anos que acreditam ser gêmeas encantam a internet

domingo, 12 de novembro de 2017

 

Você já teve uma melhor amiga tão querida, mas tão querida, que parecia mais uma irmã? Esse é justamente o caso das garotinhas americanas Zuri Copeland e Jia Sarnicola, de quatro anos. O laço entre elas é tão profundo que elas juram para todo mundo que são gêmeas!

 

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Zuri e Jia fazem aniversário quase no mesmo dia, então nesse ano fizeram uma festa de aniversário juntas, cheia de diversão. As garotinhas também falam que têm a “mesma alma”, e se dão tão bem que tem um mural especial para a sua amizade na escola.
Como são bem diferentes, às vezes as pessoas dizem a elas que não podem ser gêmeas, o que as enche de tristeza. Afinal, o mais bonito é que as meninas enxergam somente o amor que sentem uma pela outra, não a diferença entre elas.

 

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Zuri e Jia têm muito a ensinar os adultos sobre diversidade e combate ao preconceito, porque elas não enxergam a cor de sua pele, elas veem quem realmente são. Lindo, não?

 

(Crédito das fotos: Reprodução/ Facebook Love What Matters)

 

 

Garotinha escolhe uma boneca e, de quebra, dá uma lição contra o racismo

quinta-feira, 6 de abril de 2017

 

Acho que os adultos têm muito a aprender com as crianças – e as notícias que ganharam destaque na internet (e, por consequência foram postadas por aqui) nessa semana só frisam isso.

 

Ontem mostrei aquele lindo vídeo em que os pequenos mostram ser completamente satisfeitos com sua aparência – bem ao contrário dos entrevistados de mais idade. Hoje, a história que comento é a de uma garotinha que, em toda a sua inocência e sabedoria, acabou dando uma lição muito especial a todos que estavam ao seu redor.

 

 

Tudo começou quando a pequena Sophia Benner, que tem apenas 2 anos e já sonha em ser médica, foi levada pela mãe à uma loja de brinquedos e escolheu uma boneca negra de presente. Radiante com sua nova companheira de brincadeiras, a menina foi até a área de pagamento, quando teve que lidar com o estranhamento da caixa. “A atendente perguntou a Sophia se ela estava indo para uma festa de aniversário. Nós duas lhe demos um olhar vazio. Ela então apontou para a boneca e perguntou a Sophia se ela havia a escolhido para uma amiga”, escreveu a mãe da garota, Brandi, em sua página do Facebook.

 

Ainda de acordo com o relato, a caixa não se deu por satisfeita e decidiu ser mais direta. “’Tem certeza de que é a boneca que você quer, querida?’ Sophia finalmente encontrou sua voz e disse: ‘Sim, por favor!’”. Sem se intimidar, a funcionária foi ainda mais longe. “Mas ela não se parece com você, temos muitas outras bonecas mais parecidas com você”.

 

Foi aí que Sophia mostrou sua sabedoria. “Sim, ela se parece comigo. Ela e uma médica e eu sou uma médica. E eu sou uma menina bonita, assim como ela é uma menina bonita. Consegue ver seu cabelo bonito? E o seu estetoscópio?”, respondeu a pequena.

 

Diante desses argumentos, ela não só calou a caixa, como encheu a mãe de orgulho. “Esta experiência apenas confirmou minha crença de que não nascemos com a ideia de que a cor importa. A pele vem em cores diferentes , assim como o cabelo e os olhos. E cada tom é bonito”, finalizou.

 

O post, publicado em 31 de março, tocou muitas pessoas que felizmente pensam da mesma maneira: no Facebook já são mais de 600 mil curtidas e 200 mil compartilhamentos. Lindo ver esse tipo de relato ser dividido e ganhar força, não?

 

O fim do racismo depende de todos nós

domingo, 20 de novembro de 2016

 

 

Datas como a celebrada hoje, Dia da Consciência Negra, são fundamentais para frisar que a igualdade e o fim do preconceito devem ser discutidos e colocados em prática diariamente. E um dos primeiros passos para alavancar o debate e evoluir no combate ao racismo é admitir que, infelizmente, ele ainda é muito presente em nossa sociedade.

 

Acho que foi exatamente por isso que um vídeo viralizou no Facebook essa semana e já foi assistido mais de 12 milhões de vezes. Na gravação, profissionais de RH são divididos em dois grupos, convidados a analisar fotos e a opinar sobre quem são os personagens nelas. Mesmo que você já tenha visto, vale acompanhar de novo:

 

 

Percebeu? Pessoas em roupas e atividades idênticas são vistas de maneira completamente diferente. Pior ainda: o negro é sempre descrito em uma situação profissional de menos destaque ou até criminalizado.

 

Esse vídeo alarmante e muito triste foi produzido pelo governo do Estado do Paraná, em parceria com a Assessoria Especial da Juventude e o Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial. E tem como grande objetivo descortinar o racismo institucional, aquele que “acontece quando instituições públicas ou privadas atuam de forma diferenciada em relação a uma pessoa por conta da sua origem étnica, cor ou cultura”, segundo o site da iniciativa.

 

Como o DaquiDali já contou, de acordo com estatísticas do IBGE, 82,6% da população negra afirma que a cor da pele influencia nas chances de trabalho. Os mesmos números indicam que negros ganham 36% menos que os brancos, ocupam apenas 18% dos cargos de liderança e constituem 60,6% dos desempregados.

 

Já passou da hora de a gente mudar isso, não é? Todos somos iguais e essa consciência começa dentro de casa. Faça a sua parte! E lembre-se sempre que racismo não é apenas deplorável, como também é crime.