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Britânico cria lindos murais para falar sobre a preservação de espécies ameaçadas

domingo, 8 de janeiro de 2017

 

 

Apesar de não ser um assunto tão tratado quanto deveria, os animais ameaçados de extinção devem ser uma preocupação mundial. E Louis Masai decidiu trazer luz ao tema utilizando a arte, mais precisamente lindos murais espalhados pelos Estados Unidos.

 

 

Para chegar ao seu objetivo de conscientização, esse britânico recorreu a um site de financiamento coletivo e, depois de conseguir o valor almejado, embarcou para a viagem que resultou em 20 murais pintados em 13 cidades durante pouco mais de dois meses.

 

 

Em “The Art of Beeing” (A arte de ser, em tradução livre), uma abelha – bicho que tem um grande papel na preservação da natureza – surge tecendo em patchwork espécies ameaçadas daquela determinada região. O mais interessante é que, enquanto o inseto é reproduzido de maneira realista, o “homenageado” da pintura surge de uma maneira mais artificial. “Pinto brinquedos porque se nós não agirmos agora para parar a extinção, somente os brinquedos permanecerão no lugar dos animais”, explicou ao “Huffington Post”.

 

 

Em paralelo à arte urbana, Masai também abasteceu um blog e seu Instagram com informações referentes aos animais retratados em suas obras. “Espero que em algum momento – mesmo que seja de apenas uma pessoa – haja interesse em descobrir mais informações sobre as espécies que estou pintando”, fala sobre o objetivo de seu projeto.

 

Apresentar e discutir o primeiro problema das espécies ameaçadas é um importante passo para preservá-las, não é?

 

Sereias surgem em mar de plástico para alertar contra a poluição

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

 

Quantas garrafas plásticas você usa e descarta todo mês ou todo ano? Para se ter uma ideia, estatísticas mostram que um americano médio usa mais ou menos 167 desses recipientes por ano, então por volta dos 60 anos, ele terá consumido ao redor de 10 mil deles!

 

 

Esses números impressionantes começaram a incomodar o fotógrafo canadense Benjamin Von Wong, que decidiu encontrar um jeito criativo de tratar o assunto para tentar mudar algo. “Tudo que eu sabia era que a poluição plástica era um assunto chato e eu tinha que encontrar uma maneira de torná-lo mais interessante”, conta em seu site.

 

 

Foi aí que Von Wong teve a ideia de usar sereias como embaixadoras do seu apelo: com a ajuda de amigos e voluntários, ele pegou emprestadas 10 mil garrafas de um centro de reciclagem, limpou e separou por cores pra criar o mar sintético do projeto #MermaidsHatePlastic (sereias odeiam plástico, em tradução livre).

 

 

A partir daí, ele fotografou modelos vestidas como sereias desoladas em meio a muito, muito plástico. As imagens, muito bonitas, são um convite para um abaixo-assinado sobre o reuso do material. “Há uma revolução acontecendo agora de indivíduos carregando suas próprias canecas ou garrafas para reutilizá-las”, fala o texto da petição. “Faça isso pelo planeta, faça isso pelas crianças… e pelas sereias”, continua.

 

Um lindo trabalho de conscientização, não é? E você carrega sua própria garrafinha reutilizável e dispensa os copos descartáveis no escritório? Lembre-se de que qualquer pequena ação é muito significativa e pode ajudar a garantir um mundo com menos poluição.

 

Garrafas de plástico são transformadas em lindas e confortáveis sapatilhas

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

 

Você já parou para pensar em quanto lixo plástico gera todos os anos? As garrafas PET surgiram para facilitar a vida e o transporte de bebidas, mas muitas vezes acabam descartadas de maneira irregular e geram poluição não apenas nas cidades, como também em rios e oceanos.

 

O que muita gente não sabe é que elas podem servir de matéria prima para diversos produtos e com criatividade é possível renovar seu ciclo de vida e reduzir o descarte. Pensando nisso, uma empresa resolveu utilizá-las para criar lindas e sustentáveis sapatilhas.

 

 

O processo é simples e interessante: o material é recolhido em centros de coleta seletiva, triturado e transformado em fios. Em seguida, ele passa por outra modificação para ser levado a uma impressora 3D, que apronta o calçado em apenas seis minutos.

 

O mais bacana? O resultado final é uma flat bonita e confortável, e que ainda pode ser lavada em máquina e reciclada ao final de sua vida útil.

 

Agora é torcer para a iniciativa virar moda, não é?

Artista mostra as estações do ano em esculturas poéticas e delicadas

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

 

 

Você se lembra, na época de escola, de ter aprendido sobre as características mais marcantes das estações do ano, como as flores da primavera, o calor do verão, as folhas secas do outono e o ar gelado do inverno?

 

 

Hoje, com tantas mudanças climáticas provocadas pela ação do homem, raramente esses conjuntos de três meses são assim tão certinhos como nos livros. E o projeto “Seasons” (Estações, em tradução live), do norte-americano Garret Kane, faz pensar exatamente sobre isso.

 

 

Misturando elementos sintéticos, como plástico, tinta acrílica e espuma a outros orgânicos, como madeira, flores e folhas, ele cria figuras humanoides envoltas em alterações típicas das estações do ano.

 

 

É como se o artista mostrasse a natureza como um organismo vivo e constantemente mutável (com aquelas características bem conhecidas de cada época), mas também alertasse – através dessa figura de traços humanos – sobre como o homem interfere nela sem pensar nas consequências que fatalmente o afetarão. Além de fazerem pensar, as esculturas são lindas, não é?

 

Linda, segura e sustentável: ciclovia na Polônia brilha no escuro e é energizada pelo sol

sábado, 8 de outubro de 2016

 

 

À primeira vista, a foto acima pode parecer saída de um conto de fadas ou de um filme de ficção científica. Essa, no entanto, é uma ciclovia real que fica perto da cidade de Lidzbark Warminski, na Polônia, acredita?

 

Inspirada pela Starry Night Bike Lane (pista para pedalar idealizada a partir da obra de Van Gogh “A Noite Estrelada”), ela é iluminada por fósforo, um material sintético recarregado pela energia solar.

 

 

O melhor? De acordo com matérias da imprensa internacional, o brilho da ciclovia pode ser mantido por até 10 horas. Por isso, além de linda e sustentável, ela pode ser utilizada em qualquer momento do dia com segurança.

 

Legal, não é? Agora, segundo as mesmas notícias, vão começar os testes de durabilidade do material. Estou na torcida para que o projeto seja mais do que aprovado e levado para outros países, como o Brasil. Afinal, dá gosto de andar de bicicleta por local tão bonito.