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Ney Matogrosso, Elisa Lucinda e Oswaldo Montenegro participam de clipe emocionante

sábado, 17 de junho de 2017

O que seria do mundo sem todas as suas cores, sem pessoas dos tipos mais diferentes, sem paisagens de todas as belezas, sem o mar, as montanhas, as praias, a neve, toda a nossa fauna e toda a nossa flora? É essa diversidade que torna a vida tão bonita e rica, e que nos ensina todos os dias a respeitar cada ser humano dentro do seu jeito único de ser.

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O cantor, ator e roteirista mineiro Renato Luciano captou toda essa beleza no clipe de sua nova música, “De Toda Cor”. Com uma letra linda, que exalta a diversidade, ele tem participações muito especiais de Ney Matogrosso, Elisa Lucinda, Oswaldo Montenegro, Pedro Luis, Léo Pinheiro, Laila Garin, Emílio Dantas, entre outros. Também foca em pessoas das mais diferentes, para acentuar mesmo como cada um pode e deve reconhecer a beleza que vive dentro de si.

 

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A gravação ganha um toque ainda mais emocionante com a poesia declamada pela escritora Elisa Lucinda, “O Inexato”, recitada no meio da música. Os versos criados pela poeta também destacam a beleza das coisas únicas e diferentes que compõem todo o nosso mundo, e reforçam a mensagem de que cada ser que habita esse planeta merece ser celebrado e respeitado.

 

 

Mãos gigantes surgem em canal em Veneza para fazer um alerta sobre as mudanças climáticas

quarta-feira, 17 de maio de 2017

 

 

As mudanças climáticas avançam – e com consequências bastante preocupantes –, ainda assim, às vezes o assunto parece restrito aos cadernos científicos, não é? Para tentar jogar os holofotes sobre o tema, o artista italiano Lorenzo Quinn criou uma instalação impressionante em Veneza: de um canal saem mãos gigantescas que escoram o Ca ‘Sagredo Hotel.

 

 

“A escultura “Support”, colocada em Veneza no Ca ‘Sagredo, coincidindo com a abertura da Bienal de Veneza, quer falar com as pessoas de forma clara, simples e direta através das mãos inocentes de uma criança. (…) Devemos todos, coletivamente, pensar em como podemos proteger nosso planeta e, fazendo isso, proteger nossos locais de patrimônio nacional”, disse em seu Instagram.

 

Como ele deixa claro, a escolha da cidade italiana para abrigar o projeto não foi por acaso, uma vez que estudos alertam que, por conta da elevação dos níveis dos mares – alavancada pelas alterações climáticas –, Veneza pode ser “engolida” pela água até 2100.

 

 

Também na rede social, o artista fala sobre as dimensões grandiosas do projeto e de sua preocupação ambiental ao produzir a obra. “As mãos tem aproximadamente 9 m em altura e pesam aproximadamente 2500 kg cada. (…) Elas são feitas de uma espuma expandida e coberta de poliuretano (todos recicláveis e serão reciclados) e, em seguida, pintadas”.

 

Filipino usa sua arte com recortes de papel para alertar sobre animais em risco de extinção

domingo, 7 de maio de 2017

 

 

Patrick Cabral é um artista de muitos talentos: programador web e animador, conhecido por seu trabalho com caligrafia e excelente na arte com recortes de papel. E foi esse dom que ele utilizou em um projeto que chamou a atenção por um motivo bastante nobre.

 

 

Nele, padrões intrincados e abstratos são usados em finas e frágeis camadas de papel que se sobrepõem para retratar animais de espécies tão diferentes quanto os locais do mundo em que vivem. Apesar de aparentemente opostos, todos tem algo em comum: estão em risco de extinção.

 

 

Entre os incluídos no alerta estão o tigre, o urso polar, o pangolim e a tartaruga marinha – todos postados em seu perfil no Instagram ao lado de um pequeno texto sobre sua situação.

 

 

Além desse trabalho de conscientização, Patrick Cabral também disponibilizou as peças para leilão e vai reverter metade do dinheiro para uma instituição de proteção animal do seu país.

 

Para refletir: ilustração mostra como os pedestres têm poucos espaços nas cidades

quinta-feira, 4 de maio de 2017

 

Uma ilustração de 2014 voltou a fazer barulho na Internet nessa semana. O motivo? Ela trata de um assunto atual e que precisa ser debatido: a maneira como muitas cidades são pensadas para privilegiar os automóveis, e não os pedestres.

 

Desenvolvido pelo artista sueco Karl Jilg para a Administração Rodoviária da Suécia, o desenho representa um recorte da vida urbana sem as áreas feitas preferencialmente para os carros. Para dar ainda mais dramaticidade, tábuas estreitas surgem no lugar de faixas de pedestres e calçadas terminam em desfiladeiros – uma alusão aos perigos que os caminhantes enfrentam ao deixar os poucos espaços destinados a eles. Olha só:

 

 

Impactante, não é? Claro que os automóveis são mais do que necessários (além de confortáveis), mas em um momento em que os congestionamentos são tão grandes quanto a poluição do ar se faz urgente pensar em novas configurações, como o apoio aos ciclistas e a melhora dos transportes públicos coletivos, não é?  O que você acha?

 

Artista americana pinta lindas paisagens dentro de caixinhas de balas

segunda-feira, 1 de maio de 2017

 

 

Hoje o blog entra no clima descontraído do feriado com a história de Heidi Annalise, uma americana que deixou seu emprego no governo, em Washington, e retornou ao seu estado natal, o Colorado, com um plano inusitado: criar pinturas de paisagens em telas diminutas, mais precisamente, no interior de caixinhas de balas.

 

 

Ela conta que se sentiu atraída pela ideia de ter essa espécie de estúdio portátil ao conhecer o trabalho de artistas que usam o mesmo tipo de suporte. “Quando suas pinturas são tão pequenas, você não precisa se preocupar em arrastar qualquer material por aí”, escreve em seu blog. “E a latinha também funciona como espaço de armazenamento para as tintas que você vai utilizar”.

 

 

Para deixar o resultado ainda mais curioso, Heidi posiciona seus quadros em miniatura sobre as áreas reais em que foram inspirados. Depois, fotografa cada um deles e posta as imagens no Instagram. É como se um pouquinho de fantasia se instalasse no mundo real, não é?

 

 

Para entrar no universo mágico e minúsculo da artista, é só clicar aqui.