Daqui Dali

Um pouco do mundo, um mundo de coisas. Da vida, da sua e da minha. DAQUI E DALI.

Arquivo da Categoria ‘Cotidiano’

É superfácil! Faça um marcador de páginas com dobradura

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

 

 

Adoro livros e não me canso de repetir que eles são uma das maneiras mais rápidas e baratas para se transportar para qualquer mundo, cultura ou história. Mesmo para quem é ávido por ler, no entanto, é complicado conseguir devorar uma obra de uma vez só. E é aí que entram em cena os marcadores de página.

 

Se você é do tipo que só lembra que precisa de um quando já está prestes a pausar a leitura, pode improvisar o seu usando apenas um quadrado de papel. Pois é, vi essa ideia publicada em blogs japoneses e divulgada pelo Bored Panda e adorei:

 

A primeira etapa é dobrar e vincar o quadrado pela diagonal. Desdobre e volte a dobrar ao meio para conseguir as marcações:

 

 

Na sequência, utilizando o meio como medida, faça um pequeno triângulo em uma das pontas. Com essa nova dobradura, feche o papel ao meio e dobre um novo triângulo na outra restante. Por fim, enfie a parte móvel do novo triângulo na bolsinha formada pelas demais etapas da dobradura:

 

 

Agora é só encaixar no livro desejado. E montar outro marcador de páginas sempre que precisar!

 

 

Deixe os arrependimentos de lado e parta para a ação, diz vídeo hit na web

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

 

 

Segunda-feira é praticamente o dia mundial de mudar de atitude, não é? Há quem prometa iniciar uma dieta, passar a fazer exercícios físicos, voltar a estudar, deixar de lado aquele emprego que já não satisfaz a felicidade profissional…

 

E um vídeo que já foi assistido mais de um milhão de vezes em apenas uma semana pode dar ainda mais impulso a essas resoluções, que nada têm a ver com o calendário, mas com a coragem de arriscar. Não entendeu?

 

Nessa iniciativa produzida para promover uma universidade, uma lousa foi colocada em Nova York com um pedido bastante complicado: escreva o seu maior arrependimento.

 

 

“Não entrar na faculdade de medicina”, “Não dizer o quanto eu devia ‘eu te amo’”, “Não sair da minha zona de conforto”, “Não fazer uma pós-graduação” e “Não perseguir meus sonhos” foram algumas das respostas escritas no quadro.

 

Já deu para perceber o que elas têm em comum? Pois é, todas tem o “não”. Ou seja: as pessoas costumam se arrepender daquilo que deixaram de fazer. Ao fim, o experimento troca a pergunta por uma outra frase, “clean slate” (em tradução para o português, algo como lousa limpa ou em interpretação menos literal, a possibilidade de fazer algo sem restrições anteriores).

 

É aí que os participantes percebem que nunca é tarde demais para buscar o que realmente se quer, para ir atrás da satisfação, seja pessoal ou profissional. Todo dia é uma nova oportunidade. E você, o que vai fazer com a sua?

 

Projeto conta histórias e mostra receitas de vovós do mundo todo

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

 

Se há algo capaz de resgatar o sabor da infância em apenas uma garfada é aquela receita feita pela vovó, que entre os muitos ingredientes secretos sempre tem doses generosas de carinho. Essa relação cheia de paladar e afeto deu vida a uma ideia regada à ternura, o “Grandmas Project” (Projeto Vovós, em tradução livre).

 

 

Como o próprio subtítulo diz, o objetivo dessa iniciativa é “compartilhar a herança mais gostosa do mundo”. Para isso, o produtor francês Jonas Pariente recorreu ao financiamento coletivo e, depois de arrecadar pouco mais de 20 mil dólares, deu início aos trabalhos.

 

O projeto é uma série de webdocumentários, nos quais seus netos filmam as avós falando um pouco sobre o passado e, claro, cozinhando a receita que mais representa essa relação de carinho com o neto.

 

Um dos primeiros vídeos divulgados mostra uma protagonista de São Paulo, a simpática Dona Rosa Maluf Milan, filmada por seu neto, o cineasta franco-brasileiro Mathias Mangin. Por conta de sua descendência, a vovó capricha ao um prato libanês, os charutinhos de folha de uva, e fala que, com certeza, essa comida representa a infância de Mathias.

 

Veja:

 

 

Lindo cultivar e valorizar esse amor, não é? Até agora o “Grandmas Project” liberou três vídeos. No site do projeto, é possível se inscrever (em inglês ou francês) para participar de uma seleção e criar um webdocumentário de no máximo oito minutos.

Fotos comparam a difícil vida das crianças refugiadas de hoje com as da Segunda Guerra Mundial

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

 

Todos os dias surgem notícias aterradoras sobre a situação dos que precisam de refúgio e deixam seus países para tentar uma vida melhor, longe das guerras, da fome e da crueldade humana. Em sua jornada, principalmente rumo à Europa, muitos passam por imensas dificuldades, enquanto outros perdem a vida.

 

Quem consegue chegar aos campos de refugiados enfrenta problemas dos mais diversos e, nesse contexto, as crianças sofrem muito. E, para destacar essa realidade, a UNICEF lançou uma série de fotografias em que compara a situação atual com a da época da Segunda Guerra Mundial.

 

As imagens impressionam pelas cenas tão similares e tão tristes:

 

 

“Em 1946, na Grécia, meninas espiam pela janela de uma escola onde foi criada uma clínica médica. Em 2015, na antiga República Iugoslava da Macedônia, um pequeno refugiado espera com adultos na cerca em Gevgelija, no principal ponto de entrada para o país”. Photo credit: © UNICEF/UN04768/Gilbertson VIIbtiju

 

 

“Na Grécia, por volta de 1949, crianças olham de uma pequena cabana. Nos dias atuais, na antiga República Iugoslava da Macedônia, uma garotinha se protege do frio com um cobertor do lado de fora de uma tenda”.  Photo credit: © UNICEF/UN04764/Gilbertson VII

 

 

“Em 1945, na Albânia, uma mulher segura um bebê na frente de um acampamento para sem tetos. Em 2015, Fatima Marge carrega seu filho de 18 meses, Hassan, com seu marido, Ali, ao seu lado em uma tenda no acampamento temporário perto de Idomeni, na Grécia”. Photo credit: © UNICEF/UN04776/Gilbertson VII

 

 

“Na Alemanha, em 1946,uma garotinha enrolada em cobertores senta sobre seus pertences, esperando para continuar sua jornada para casa. Na Sérvia, um menino refugiado descansa em uma mala na recepção do centro em Preševo. Ele irá viajar ainda mais depois de receber seus documentos de viagem”. Photo credit: © UNICEF/UN04778/Gilbertson VII

 

 

“Na Hungria, crianças sentam com seus pés embrulhados em tecido, fora de um hospital infantil onde suprimentos de roupas e sapatos estavam quase em falta. Em 2015, mulher esquenta os pés dos filhos perto de um forno em um espaço apoiado pela UNICEFna Sérvia” .Photo credit: © UNICEF/UN04775/Gilbertson VII

 

É tão triste quanto importante saber o que está acontecendo no mundo. E, sempre que possível, cobrar atitudes dos governantes ou ajudar instituições que promovem trabalhos humanitários nessas áreas.

 

Quer ver outras fotos dessa série? Clique aqui

 

Para saber mais do trabalho da UNICEF, acesse o site aqui.

 

Amor e bom humor: vovó de 93 anos se torna modelo para as criações da neta

domingo, 3 de janeiro de 2016

 

Você até pode achar as roupas criadas por Chinami Mori extravagantes demais, mas não é a sua moda que mais chama a atenção. A designer japonesa usa a avó, de 93 anos, como modelo de suas peças.

 

Pois é, a simpática vovó Emiko mostra toda a sua vitalidade, disposição e bom humor ao encarar a tarefa de exibir toucas, camisas, cachecóis e o que mais tiver que vestir. Tudo sem jamais deixar o sorriso de lado, provando que juventude não tem nada a ver com idade, mas sim com a vontade de viver.

 

 

“Ela é a minha pessoa favorita no mundo”, diz Chinami sobre sua tão especial modelo, contando que a ideia de fotografar a idosa surgiu das visitas que ela faz quase que diariamente a seu ateliê. “Faço a vovó feliz e isso também é tão divertido para mim”, disse ao blog do Instagram.

 

Linda lição de vida, não é? Avó e neta encontraram uma maneira de passar mais tempo juntas, fazendo algo que traz felicidade e senso de utilidade às duas!

 

Ah! Quer entender mais sobre as criações da artista? De acordo com ela, suas peças são feitas a partir de uma antiga técnica japonesa de tecelagem chamada Saori, no qual são misturadas lã, corda e outros materiais. “Não há regras. Posso tecer tão livremente e com tantas cores quanto quiser”.