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Duas vidas e uma única história: vídeo impactante fala sobre a difícil trajetória dos refugiados

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

 

Quem acompanha o noticiário sabe que cada dia mais pessoas – principalmente da Síria – deixam suas casas fugindo de conflitos, da intolerância e da miséria em busca de uma vida melhor e mais pacífica em países nem sempre dispostos a aceitá-las.

 

Nesse processo desesperador pela sobrevivência, profissões, bens e documentos são deixados para trás, entes queridos ficam apenas na memória. É essa história triste, de dor e superação, que Harry, um sobrevivente da Segunda Guerra Mundial; e Ahmed, um garotinho sírio, contam em vídeo divulgado na página do UNICEF.

 

 

Impressionante como, depois de 70 anos, os mesmos problemas são enfrentados, não é? Um vídeo para assistir, refletir e trabalhar para humanizar cada vez mais as relações.

 

É hora de procurar e celebrar as semelhanças

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

 

Você já percebeu como o mundo, principalmente o digital, pode apresentar uma realidade bastante agressiva em que aquele que não pensa como a gente automaticamente passa a ser visto como um inimigo? Essa divisão entre “nós” e “eles” é muito preocupante, já que impede a discussão de ideias, a compreensão do ponto de vista alheio e a empatia.

 

É preciso ir na contramão desse impulso e ver mais semelhanças do que diferenças no outro. Afinal, nós todos queremos é uma vida melhor, não é mesmo? E foi por isso que uma campanha de um canal de TV na Dinamarca tocou tantos corações.

 

O vídeo começa mostrando pessoas “encaixotadas” em grupos pautados por classe social, emprego, convicções e muito mais. A sensação inicial é de estranhamento, tanto para o espectador, quanto para os que fazem parte do experimento.

 

Logo, no entanto, fica claro que essa classificação não é algo definitivo e intransponível. Sim, indivíduos que à primeira vista parecem não ter nada em comum podem dividir o mesmo gosto por algo, a dor da solidão, a maneira como criam os filhos. Assista:

 

 

Apesar de focar bastante na Dinamarca, esse é um vídeo universal e a lição é tão clara quanto terna: basta dar uma chance ao outro, quebrar o gelo inicial, para encontrar aquilo que nos une. Os sorrisos e abraços entre os “estranhos” do vídeo são a prova do quanto as semelhanças são muito mais fortes e poderosas do que as diferenças. Vamos praticar isso na vida?

 

Em lindo projeto, bailarinas ocupam as ruas do Egito

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

 

 

Se você acompanha o blog, já deve ter visto por aqui algumas postagens sobre projetos que focam na força e na beleza dos movimentos de dança. Hoje, apresento mais uma iniciativa que tem bailarinas como protagonistas, mas com um propósito totalmente diferente.

 

 

Criado pelo egípcio Mohamed Taher, inicialmente “Ballerinas of Cairo” era apenas mais uma série de belas imagens mesclando o bailado e a cidade. “As fotos eram apenas pra gente. Nelas você vê o movimento do balé e a aspereza de Cairo. É muito contrastante”, explicou ele ao site “Up Worthy”.

 

 

Rapidamente, no entanto, o fotógrafo começou a notar que a ocupação da cidade tinha outro significado para as mulheres clicadas, já que elas podiam se expressar sem medo. “Há um grande problema para as mulheres nas ruas do Egito. Há muito assédio sexual (de acordo com a ONU, mais de 90% já sofreram com o problema)… então essa se tornou uma camada do projeto”, falou o profissional.

 

 

A partir dessa sacada, “Ballerinas of Cairo” passou a colocar em muitas das fotos postadas em seu perfil no Instagram histórias e pensamentos das bailarinas retratadas. A recepção, ao contrário do que Taher esperava por conta do conservadorismo do país, foi excelente. “Nós recebemos muitos comentários de meninas dizendo que querem fazer parte do projeto, que estão muito entusiasmadas. Elas querem dançar na rua, querem se sentir livres, querem ter esse sentimento de estar nas ruas novamente“, disse na mesma entrevista.

 

 

É ou não uma iniciativa para acompanhar? Eu adorei! E você?

 

 

Parabéns para a nossa miss!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

 


Foto: Reprodução/ Instagram @santana_raissa

 

O mundo vive um momento de extremos: a intolerância cresce de maneira preocupante, mas a vontade de lutar por uma sociedade mais justa, inclusiva e sem preconceitos parece se elevar na mesma medida.

 

Por isso atualmente é tão necessário falar sobre a representatividade. E Raissa Santana, nossa Miss Brasil, tem um importante papel nisso. Essa baiana de nascimento e representante do Paraná tem 21 anos, e foi a primeira negra a vestir a faixa do país no Miss Universo – realizado nesse domingo (29) – em mais de 30 anos!

 

O fato tem tamanha relevância que foi destacado durante uma de suas participações no palco. “O que isso significa para você?”, perguntou o apresentador Steve Harvey. “Estou muito orgulhosa e quero ser um exemplo para outras garotas como eu”, respondeu a concorrente.

 

E Raissa, que ficou entre as 13 finalistas do tradicional concurso, tem razão de sentir orgulho de sua trajetória. Além disso, a linda modelo aproveitou a exposição gerada pela competição para falar contra o preconceito que já sofreu e também para empoderar todos que passam por isso.

 

Ao colocar os holofotes sobre esse problema tristemente recorrente, ela traz novo fôlego às discussões e destaca o quanto o preconceito é danoso e precisa acabar. “Represento muitas vozes, muitos sonhos, muitas mulheres que assim como eu querem um mundo cheio de possibilidades iguais, direitos iguais. Eu, como mulher negra, posso influenciar muitas meninas e abrir muitas portas para que elas possam acreditar em seus sonhos”, fala em um vídeo ancorado em sua página do Facebook.

 

Sua figura forte é uma inspiração não só para as meninas negras, mas para todos nós. Parabéns, Raissa!

 

 

Feliz 2017 pra gente!

domingo, 1 de janeiro de 2017

 

 

A contagem regressiva acabou: feliz 2017!

 

Que toda a energia positiva concentrada no momento da virada se converta em dias melhores, mais justos e pacíficos para todos nós. Também desejo que a gente possa aprender com tudo que 2016 nos deixou, mas sem perder a esperança e a leveza típicos dos recomeços.

 

 

Mais uma vez, agradeço a todos que, de alguma forma, estiveram presentes no ano que se foi e me ajudaram a chegar até aqui. Que a gente possa brilhar cada vez mais e ser muito mais feliz. Um lindo 2017 pra todos nós!