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Muita emoção e surpresas no Dia das Mães

segunda-feira, 15 de maio de 2017

 

A maternidade, essa dádiva divina, é cercada de emoções. E, para celebrar o Dia das Mães, o Programa Eliana também não economizou no sentimento com depoimentos de guerreiras que superam todos os desafios e obstáculos da vida pelo bem de seus filhos.

 

Para começar a semana nesse clima de ternura, te convido a rever esse especial, em que Isabella Fiorentino contou sua linda história. Ela também esteve na AACD, onde conheceu duas batalhadoras que se dedicam integralmente aos seus filhos – mulheres que enfrentam batalhas diárias, que comemoram cada pequena conquista e tiram delas ainda mais forças para lutar.

 

 

Outro comovente relato é o de Patrícia Lucchesi, que ficou conhecida pelo comercial do primeiro sutiã. Apesar do sucesso na carreira de atriz, ela abandonou tudo para exercer o seu melhor papel, o de mãe.

 

 

Histórias comoventes, inspiradoras e que representam e homenageiam todas as mães do país, não é? E, para me deixar ainda mais emocionada, ganhei uma surpresa do programa com a voz do meu filho, Arthur. Impossível conter as lágrimas com um carinho desses:

 

Dia das Mães, uma data de emoção e muita gratidão

domingo, 14 de maio de 2017

 

Hoje é Dia das Mães, uma data em que é impossível não se lembrar com lágrimas nos olhos de cada pequeno gesto daquela que, com amor e muito sacrifício, fez (e faz) tudo o que pode por nós. É um momento, acima de todos os outros que devem ocorrer ao longo dessa linda relação, de gratidão e muita ternura.

 

 

Como disse no meu Instagram, desejo um feliz dia para todas as que exercem a maternidade com amor, atenção e carinho. Essa é uma dádiva divina! Também aproveito para, novamente, frisar o quanto sou grata por ter a minha, que sempre esteve ao meu lado.

 

E, para entrar no clima dessa comemoração cheia de sentimentos, hoje trago ao blog um vídeo em time-lapse que mostra um desfile de flores crescendo e amadurecendo. Projeto do cineasta Jamie Scott, o filme precisou de muita paciência para ficar pronto – uma vez que foi feito ao longo de três anos – e foca na força, na beleza, na perseverança e na delicadeza das flores. Tudo a ver com o espírito da relação de mãe e filho, não é?

 

Assista:

 

Campanha usa o humor para fazer refletir sobre certos presentes dados no Dia das Mães

quarta-feira, 10 de maio de 2017

 

O Dia das Mães está chegando e, por mais clichê que possa parecer, nada é mais gratificante e emocionante do que receber um carinho do filho. Sim, pequenos gestos de amor são bem mais importantes e inesquecíveis do que qualquer presente.

 

 

Ainda assim, é tradicional homenageá-las com mimos materiais nesse segundo domingo do mês de maio. E, na boa intenção, há quem “escorregue” na escolha dos regalos e acabe por presentear a casa, e não a mãe.

 

Claro que há aquelas que adoram cozinhar e ficam felicíssimas com apetrechos de cozinha, por exemplo, mas no geral, oferecer utilidades domésticas só reforça a ideia de que o papel da mulher é apenas o de dona de casa.

 

Para chamar atenção para isso, uma cadeia de lojas de departamento peruana criou a divertida campanha que eu vi no site “Hypeness”: perguntou a algumas mães quais foram os presentes mais decepcionantes que elas já ganharam. Depois, a empresa aumentou exageradamente o valor desses itens, forçando, assim que os filhos pensassem em peças mais alinhadas com a personalidade e a individualidade das homenageadas. Olha só:

 

 

Acha que a empresa foi longe demais (uma vez que os presentes vêm do coração de cada um e devem ser agradecidos como tal) ou gostou da ideia? Seja como for, a campanha #LoQueMamáSíQuiere (O que a mãe quer, em tradução livre) usa do humor e da surpresa para abrir o debate e fazer refletir sobre como as mães ainda são vistas e sobre como elas merecem ser valorizadas como indivíduos, não é?

 

Na dúvida, encha a sua mamãe de amor e de admiração todos os dias. Não tem erro!

 

Vídeo usa exame de DNA para fazer refletir sobre imigração, tolerância e igualdade

quinta-feira, 27 de abril de 2017

 

 

Vivemos em um mundo dividido, desconfiado, desigual e que, infelizmente, tende a enxergar o outro como um problema. Em um cenário como esse, bater na tecla da empatia é fundamental e, mais do que isso, é necessário mostrar que todos somos mais parecidos do que a superfície nos deixa imaginar.

 

E um vídeo viralizou no Facebook por destacar isso de uma maneira muito simples: o filme faz parte do projeto I Am Migration (“Eu Sou Imigração”, em tradução livre para o Português) e é protagonizado por Paola Baldion, uma atriz colombiana que atualmente vive nos Estados Unidos. Em um minuto e apenas amparada por cartazes, ela conta que se submeteu a um exame de DNA e a partir disso descobriu informações surpreendentes sobre suas origens.

 

 

Até o momento, o vídeo foi assistido quase 14 milhões de vezes no Facebook! “Vivemos tempos muito estranhos e difíceis, onde ideais falsos, como o racismo, a misoginia e a xenofobia, estão sendo difundidos pela mídia e por alguns políticos… Tentando fazer com que temamos o ‘outro’ ou o desconhecido. Em vez disso, devemos celebrar a beleza da diversidade. Porque o que nos torna diferentes é o que nos torna únicos. Acredito firmemente que todos nós estamos ligados e que todos os seres humanos têm a capacidade de amar uns aos outros, independentemente da nossa cor da pele, língua, cultura ou nacionalidade”, escreveu ela depois da enorme repercussão.

 

Enxergue-se nos outros, pede curta inteligente e necessário

terça-feira, 25 de abril de 2017

 

 

Um dos maiores desafios para uma sociedade mais justa, igualitária, desprovida de ódio e preconceitos é enxergar de fato o outro – e mais do que isso: enxergar-se no outro, entender suas dores e motivações.

 

E “See Yourself in Others” (Veja-se nos outros, em tradução livre), um filme de pouco mais de um minuto feito para o Tribeca Film Festival, propõe exatamente isso através de uma inteligente provocação. No curta, dirigido por Jared Knecht, pessoas de diferentes religiões, culturas e classes sociais caminham por Nova York usando cubos de espelho sobre suas cabeças. Quem passa por elas, inevitavelmente se vê refletido no corpo do outro. Algo simples, mas que pode trazer muitos questionamentos e reflexões.

 

 

“Este foi um ano de muita divisão em todo o mundo e a única maneira de mudar isso é através da empatia. Para suscitar uma conversa sobre o assunto e inspirar as pessoas para a reflexão, o Tribeca Film Festival quer nos convidar a nos ver nos outros – lembrando a importância de compartilhar os sentimentos de outras pessoas e reforçando o fato de que grandes histórias nos permitem fazer isso”, conta o texto que acompanha o curta. Para pensar e levar para a vida, não é?