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#FoodFilms: como seriam os vídeos de receitas se eles fossem dirigidos por grandes cineastas?

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

 

No início da semana, postei aqui sobre um projeto interessantíssimo que usa figurinos icônicos para criar novos cartazes de filmes, lembra (para rever, clique aqui)? Hoje, o blog volta ao universo cinematográfico, mas de uma maneira mais saborosa.

 

É que o publicitário David Ma teve a incrível ideia de cruzar a gastronomia com o estilo de alguns famosos cineastas. Pois é! Sabe aqueles vídeos de receitas que te deixam com água na boca nas redes sociais? Esse artista produziu versões simplificadas deles a partir das características mais marcantes do trabalho de cada um dos diretores escolhidos.

 

Quentin Tarantino, por exemplo, foi homenageado com um prato de espaguete e almôndegas. À moda de “Kill Bill”, os tomates são cortados quase com violência e respingam molho por todo lado, a carne é amassada sem dó e até a massa parece estar em meio a uma briga. Nada mais apropriado para retratar alguém conhecido pelas cenas tão sangrentas quanto bem-humoradas:

 

 

Wes Anderson, por sua vez, é lembrado pelas cores únicas e seu talento para a simetria. O filme “O Grande Hotel Budapeste” é a inspiração para a receita de s’mores, um docinho feito com biscoito, chocolate e marshmallow – tudo a ver com o excêntrico e encantador universo habitado pelos personagens do longa:

 

 

O mundo de Michael Bae, conhecidíssimo pela franquia “Transformers”, surge retratado por waffles. Apesar de trivial, essa comidinha surge grandiosa, é preparada com efeitos de câmera e, como não poderia deixar de ser, explosões:

 

 

Por fim, o mexicano Alfonso Cuarón é lembrado a partir de “Gravidade”. Assim como no filme de 2013 estrelado por Sandra Bullock, o vídeo mostra a preparação de panquecas com ângulos que causam estranheza, câmera lenta e cenas que parecem se demorar um pouco na tela:

 

 

E aí, bateu a fome ou a vontade de conhecer mais sobre o trabalho desses cineastas? Curti muito o resultado, e você?

 

Artista usa a moda para criar lindos cartazes para filmes famosos

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

 

Moda e cinema sempre andaram lado a lado. Duvida? Então tente pensar em “O Pecado Mora ao Lado” sem o icônico vestido branco de Marilyn Monroe. Ou imagine Dorothy voltando para casa, em “O Mágico de Oz”, usando qualquer calçado diferente dos sapatinhos de rubi. Até um protagonista desencanado e aventureiro, como Indiana Jones, não seria o mesmo sem seu tão característico chapéu, não é mesmo?

 

Foi a partir desse conceito que Jordan Bolton criou sua nova série de cartazes de filmes. Pois é! Ele, que é um especialista na arte de utilizar objetos que apareceram em cena para trazer à memória determinado título, agora recorre às peças vestidas pelos personagens para homenagear obras como “O Poderoso Chefão”, “Laranja Mecânica”, “Bonequinha de Luxo” e “As Patricinhas de Beverly Hills”, entre outros.

 

O mais legal é que Bolton organiza as roupas como se elas estivessem na vitrine de uma loja. Além disso, o artista também revela o nome do protagonista lembrado na montagem e do profissional responsável pelo figurino naquele determinado filme. Muito divertido, né?

 

Bonequinha de Luxo:

 

O Fabuloso destino de Amélie Poulain:

 

O Poderoso Chefão:

 

As Patricinhas de Beverly Hills:

 

Gostou? Para ver mais desse trabalho incrível, é só acessar o Instagram do artista.

 

Vídeo lembra as mais lindas cenas coloridas da história do cinema

sexta-feira, 5 de maio de 2017

 

 

Para quem adora cinema, a Internet é um verdadeiro paraíso: há resenhas de filmes do momento, listas com sugestões para os mais variados gostos e, claro, vídeos com montagens temáticas que nos fazem admirar ainda mais a Sétima Arte.

 

É nessa categoria que se encontra “The Most Beautiful Multicolor Shots in Movie History”, supercut do canal The Solomon Society que mostra cenas de 40 longas em que a cor representa um papel crucial na composição da história.

 

Afinal, é quase impossível imaginar qualquer uma das duas versões de “A Fantástica Fábrica de Chocolate” sem pensar nas deliciosas representações dos doces ou dos exóticos Oompa Loompas. E como se emocionar com “O Mágico de Oz” sem seguir Dorothy pela estrada de tijolos amarelos?

 

Interessante, não é? E a edição é acompanhada pela apropriada (e linda) música “True Colors”, clássico de Cyndi Lauper, interpretado por Laraine Lam.

 

 

Gostou? Para te ajudar a assistir os que mais chamaram a sua atenção, abaixo uma lista com os filmes homenageados:

 

A Montanha Sagrada (1973)
Sombras da Noite (2012)
Os Guarda-Chuvas do Amor (1964)
A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005)
Juiz Dredd (2012)
O Hóspede (2014)
Cidade dos Sonhos (2001)
A Era do Rádio (1987)
Os Sapatinhos Vermelhos (1948)
Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) (2014)
Meia-Noite em Paris (2011)
Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo (2014)
Peeping Tom – a Tortura do Medo (1960)
Cinderela em Paris (1957)
Duas Garotas Românticas (1967)
Tudo Que o Céu Permite (1955)
Brazil, o Filme (1985)
Up – Altas Aventuras (2009)
O Povo Contra Larry Flynt (1996)
Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977)
Amor Além da Vida (1998)
Gamer (2009)
All That Jazz (1979)
Amor, Sublime Amor (1960)
A Viagem – Cloud Atlas (2012)
A Fantástica Fábrica de Chocolate (1971)
O Mágico de Oz (1939)
Laranja Mecânica (1971)
Dumbo (1941)
De Olhos Bem Fechados (1998)
Procurando Nemo (2003)
Kingsman – Serviço Secreto (2015)
Himizu (2011)
Além do Arco-Íris Negro (2010)
The Fall (2006)
2001 – Uma Odisséia no Espaço (1968)
Esquadrão Suicida (2016)
Grease – Nos Tempos da Brilhantina (1978)
Ata-me! (1989)
Viagem Alucinante (2009)

 

Enxergue-se nos outros, pede curta inteligente e necessário

terça-feira, 25 de abril de 2017

 

 

Um dos maiores desafios para uma sociedade mais justa, igualitária, desprovida de ódio e preconceitos é enxergar de fato o outro – e mais do que isso: enxergar-se no outro, entender suas dores e motivações.

 

E “See Yourself in Others” (Veja-se nos outros, em tradução livre), um filme de pouco mais de um minuto feito para o Tribeca Film Festival, propõe exatamente isso através de uma inteligente provocação. No curta, dirigido por Jared Knecht, pessoas de diferentes religiões, culturas e classes sociais caminham por Nova York usando cubos de espelho sobre suas cabeças. Quem passa por elas, inevitavelmente se vê refletido no corpo do outro. Algo simples, mas que pode trazer muitos questionamentos e reflexões.

 

 

“Este foi um ano de muita divisão em todo o mundo e a única maneira de mudar isso é através da empatia. Para suscitar uma conversa sobre o assunto e inspirar as pessoas para a reflexão, o Tribeca Film Festival quer nos convidar a nos ver nos outros – lembrando a importância de compartilhar os sentimentos de outras pessoas e reforçando o fato de que grandes histórias nos permitem fazer isso”, conta o texto que acompanha o curta. Para pensar e levar para a vida, não é?

 

Por 365 dias: designer recria cartazes de filmes famosos

terça-feira, 11 de abril de 2017

 

Poucas coisas são mais charmosas e esperadas por quem gosta de cinema do que admirar (e até guardar) os pôsteres de filmes – principalmente daqueles que venham a ser seus títulos favoritos.

 

O designer gráfico australiano Pete Majarich decidiu homenagear essa forma de arte de um jeito engenhoso e bastante divertido: o projeto “A Movie Poster A Day” no qual, durante os 365 dias de 2016, reimaginou o cartaz de uma conhecida obra da tela grande.

 

Para isso, ele usou frases icônicas dos longas, personagens ou objetos inesquecíveis usados por eles e até elementos que só encontram significado para quem assistiu ao filme em questão.

 

Entre os cartazes recriados por ele estão os de “O Mágico de Oz”, “Laranja Mecânica, “Réquiem para um Sonho”, “O Exorcista”, “Pulp Fiction”, “Mad Max”, “Django Livre,  “A Origem”, “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembrança”, “Fargo”, “Clube da Luta”, “Os Excêntricos Tenenbaums” e muito outros.

 

Veja alguns deles:

 

 

laranja

Laranja Mecânica

 

Django Livre

 

O Mágico de Oz, representado pelo arco-íris e pela icônica frase “Não há lugar como o nosso lar”

 

O Exorcista