Daqui Dali

Um pouco do mundo, um mundo de coisas. Da vida, da sua e da minha. DAQUI E DALI.

30 abr 17 11:13
Eliana

Sejam bem-vindos!

Tudo o que interessa ou ainda vai interessar.
Novidades, notícias, gostos, grandes assuntos, pequenos detalhes.
Um pouco do mundo, um mundo de coisas. Da vida, da sua e da minha. DAQUI E DALI.

bjobjo,

Eliana

29 abr 17 10:00 Dia Internacional da Dança: a metrópole e os bailarinos se misturam em fotos incríveis

 

 

Hoje é Dia Internacional da Dança e, para marcar essa data, trago novamente ao blog o trabalho de um apaixonado por essa arte. O fotógrafo Omar Robles encanta ao misturar a beleza e a flexibilidade dos bailarinos com a dureza fascinante das paisagens de grandes metrópoles pelo mundo, como Nova York, Cuba e Cidade do México.

 

 

“A ideia principal por trás retratar dançarinos em espaços urbanos não é romper essa configuração, mas elogiar e harmonizar com ela. A cacofonia visual da cidade clama por um oposto, a fim de encontrar o equilíbrio. Isso é o que eu estou tentando conseguir pela justaposição das linhas bonitas, sutis e suaves dos bailarinos contra a confusão agitada e caótica da cidade”, explicou sobre seu trabalho, segundo o site “My Modern Met”.

 

 

Uma de suas mais visitas foi a Hong Kong, sua primeira parada na Ásia. Por lá, como é de costume, ele clicou seus personagens em poses admiráveis e em ambientes cheios de luzes, pontos arquitetônicos, movimento e indícios de uma rotina corrida. “Não há melhor sentimento para mim do que fotografar onde os moradores da cidade andam todos os dias. Os mercados, as calçadas, os becos… são nesses lugares que amo estar”, escreveu.

 

 

Imagens lindas para homenagear esse dia especial, não é? Para ver mais do trabalho de Omar Robles, é só clicar aqui e entrar em seu Instagram.

 

28 abr 17 10:42 Bichinhos de pelúcia ajudam a educar crianças sobre a poluição dos oceanos

 

 

Bichinhos de pelúcia são companheiros praticamente inseparáveis da infância, não é? E foi por isso que a ONG Sea Shepherd decidiu utilizá-los como portadores de uma mensagem muito importante.

 

Com a ajuda de professores da primeira infância e sob o design da artista húngara Andrea Vida, a instituição criou um grupo de simpáticos animais, como baleias, golfinhos, pinguins e pelicanos coloridos e atrativos. Todos feitos à mão e apenas com materiais ecologicamente corretos.

 

 

Apesar da aparente fofura, cada um deles carrega em seu estômago peças que fazem alusão a resíduos de plástico, como copos, talheres, sacolas e muito mais. O motivo?  “Todo ano, um milhão de animais marinhos morre por conta da ingestão de plástico”, diz o vídeo que apresenta os oito PolluToys (abaixo, em inglês):

 

 

Esse problema é tão grave que há estimativas mostrando que em 2050 haverá mais plástico do que peixes nos mares!

 

 

A educação das novas gerações surge, então, como uma potencial solução para amenizar e acabar com essa triste realidade. “Entre os 3 e 5 anos, aprender através de brinquedos alavanca a retenção de memória em 77%”, conta a mesma gravação, explicando o uso das pelúcias e de suas histórias para comover e educar as crianças. Um jeito criativo, carinhoso e simples de ajudar a mudar o futuro, não é?

 

 

 

27 abr 17 10:16 Vídeo usa exame de DNA para fazer refletir sobre imigração, tolerância e igualdade

 

 

Vivemos em um mundo dividido, desconfiado, desigual e que, infelizmente, tende a enxergar o outro como um problema. Em um cenário como esse, bater na tecla da empatia é fundamental e, mais do que isso, é necessário mostrar que todos somos mais parecidos do que a superfície nos deixa imaginar.

 

E um vídeo viralizou no Facebook por destacar isso de uma maneira muito simples: o filme faz parte do projeto I Am Migration (“Eu Sou Imigração”, em tradução livre para o Português) e é protagonizado por Paola Baldion, uma atriz colombiana que atualmente vive nos Estados Unidos. Em um minuto e apenas amparada por cartazes, ela conta que se submeteu a um exame de DNA e a partir disso descobriu informações surpreendentes sobre suas origens.

 

 

Até o momento, o vídeo foi assistido quase 14 milhões de vezes no Facebook! “Vivemos tempos muito estranhos e difíceis, onde ideais falsos, como o racismo, a misoginia e a xenofobia, estão sendo difundidos pela mídia e por alguns políticos… Tentando fazer com que temamos o ‘outro’ ou o desconhecido. Em vez disso, devemos celebrar a beleza da diversidade. Porque o que nos torna diferentes é o que nos torna únicos. Acredito firmemente que todos nós estamos ligados e que todos os seres humanos têm a capacidade de amar uns aos outros, independentemente da nossa cor da pele, língua, cultura ou nacionalidade”, escreveu ela depois da enorme repercussão.

 

26 abr 17 10:47 Tem que ver! Obras de artista londrino só se revelam em espelho cilíndrico

 

Parece que os reflexos vão dar a tônica da semana aqui no blog, não é? Depois de postar sobre o curta para o Tribeca Film Festival (em que atores andaram pelas ruas de Nova York com cubos de espelhos sobre as cabeças para provocar a empatia no outro), hoje apresento o trabalho de Jonty Hurwitz.

 

 

Ele é especializado na chamada arte anamórfica, técnica que utiliza de uma aparente distorção e obriga que o espectador aprecie a peça de um ponto de vista ou com a ajuda de um dispositivo específico para que ela realmente se revele.

 

Childhood. A new sculpture by @jontyhurwitz #anamorphic

A post shared by Jonty Hurwitz (@jontyhurwitz) on

 

No caso desse artista londrino, algumas de suas obras – que à primeira vista podem parecer verdadeiros borrões – mostram sua beleza e surpreendem ao serem refletidas em um espelho cilíndrico.

 

Anamorphic sculpture – Kiss of Chytris #anamorphisis #artofjontyhurwitz

A post shared by Jonty Hurwitz (@jontyhurwitz) on

 

Para chegar a esse incrível resultado, ele se utiliza da tecnologia: analisa algo tridimensional, depois usa um software para criar novas formas. Na sequência, as transforma em objetos físicos em bronze, cobre ou gesso. “Encontrar essa linha entre arte e ciência é o motivador da minha vida artística“, diz em seu site. “No fundo sou um arquétipo de artista-cientista que ama projetos e pessoas. Cada uma das obras de arte representa uma parte do que sou”.

 

25 abr 17 10:10 Enxergue-se nos outros, pede curta inteligente e necessário

 

 

Um dos maiores desafios para uma sociedade mais justa, igualitária, desprovida de ódio e preconceitos é enxergar de fato o outro – e mais do que isso: enxergar-se no outro, entender suas dores e motivações.

 

E “See Yourself in Others” (Veja-se nos outros, em tradução livre), um filme de pouco mais de um minuto feito para o Tribeca Film Festival, propõe exatamente isso através de uma inteligente provocação. No curta, dirigido por Jared Knecht, pessoas de diferentes religiões, culturas e classes sociais caminham por Nova York usando cubos de espelho sobre suas cabeças. Quem passa por elas, inevitavelmente se vê refletido no corpo do outro. Algo simples, mas que pode trazer muitos questionamentos e reflexões.

 

 

“Este foi um ano de muita divisão em todo o mundo e a única maneira de mudar isso é através da empatia. Para suscitar uma conversa sobre o assunto e inspirar as pessoas para a reflexão, o Tribeca Film Festival quer nos convidar a nos ver nos outros – lembrando a importância de compartilhar os sentimentos de outras pessoas e reforçando o fato de que grandes histórias nos permitem fazer isso”, conta o texto que acompanha o curta. Para pensar e levar para a vida, não é?