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Desvendando o gato: seis curiosidades sobre o pênis que você precisa conhecer

Conhecer bem o seu corpo é muito importante para encontrar mais prazer na vida sexual, e, acredite, saber dos segredinhos da anatomia do gato também pode fazer diferença entre quatro paredes. Para entender melhor como ele funciona, o DaquiDali revela seis curiosidades sobre o pênis.

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Tamanho não é documento

Apesar da crença de que o tamanho é importante, isso não passa de um mito, já que a área em que você sente mais prazer durante a penetração é muito mais próxima do que muita gente imagina. “O tamanho do pênis ereto varia entre 11 e 16 centímetros em média, sendo que diferenças podem ocorrer. O comprimento ou a largura peniana não têm relação direta com o desempenho sexual, sendo que o prazer está mais relacionado ao envolvimento e intimidade do casal. Lembrando que a vagina tem cerca de nove a 12 cm de profundidade e que a área mais sensível ao estímulo sexual se localiza em sua porção inicial”, explica o urologista Mauricio Rocha.

“Segundo turno”

Homens precisam de um tempo de descanso entre uma relação e outra. Foto: shironosov/iStock
Homens precisam de um tempo de descanso entre uma relação e outra. Foto: shironosov/iStock

Terminaram a relação e você está pronta para outra? Pode ser preciso dar um tempo para o par: “Em geral, a ejaculação existe um período conhecido como refratário para que o homem consiga atingir nova ereção. Isso ocorre devido a resposta do organismo a substâncias liberadas durante a fase de ejaculação e orgasmo e tem como função permitir o relaxamento e recuperação após o coito. Esse tempo necessário para nova ereção é variável de homem para homem e pode sofrer influência, por exemplo, da idade e da intensidade do novo estímulo”.

Com ou sem “cobertura”

O pênis tem naturalmente um tipo de pele que cobre a região da glande, chamada de prepúcio, e muita gente tem dúvidas se removê-la ou não através da circuncisão interfere na cama. “A presença do prepúcio por si só não interfere na relação sexual. Alguns homens podem ter a sensibilidade aumentada ou diminuída na glande após a cirurgia para retirada do prepúcio. O mais importante é saber se ele gera algum desconforto para o casal durante o ato sexual, o qual pode acontecer, por exemplo, em casos de fimose ou freio balanoprepucial curto”, revela.

Sexo matinal 

A ereção matinal acontece com praticamente todos os homens. Foto: Mark Bowden/iStock
A ereção matinal acontece com praticamente todos os homens. Foto: Mark Bowden/iStock

A grande maioria dos homens tem ereções ao acordar, e o motivo é puramente biológico. Portanto, nada mais comum para eles do que a vontade de transar logo pela manhã.  “Existe um pico hormonal da testosterona que faz com que as ereções ocorram não só pela manhã, mas também em outros momentos durante a noite. O corpo é muito perfeito e esse mecanismo faz com que o pênis seja irrigado em vários momentos durante o sono. Muitos acreditam que a bexiga cheia contribui, mas alguns estudos tentam mostrar que essa não é a causa real”, esclarece a fisioterapeuta sexual Débora Pádua.

Aposte no ponto “G”, mas com cuidado

Os homens também tem o que pode ser considerado o “ponto G” do pênis, e investir em carícias na região é praticamente garantia de muito prazer. No entanto, cuidado, pois a sensibilidade pode ter seu lado negativo, como conta Rocha: “A área do pênis mais sensível e que, em geral, envolve maior estímulo sexual é a glande ou ‘cabeça’. Por ser uma região repleta de terminações nervosas deve-se ter cuidado com a intensidade do toque neste local, sendo que isto variará de homem para homem, do grau de lubrificação durante o ato e até mesmo das preferências do casal”.

À prova de quebras?

Você já ouviu que o pênis pode quebrar? Mesmo que o termo não esteja completamente correto, algo similar pode sim acontecer. “Apesar de não ser constituído por osso o pênis pode sim ‘quebrar’, o que é chamado de fratura peniana. Ocorre durante movimentos bruscos quando o pênis está ereto, em geral durante o ato sexual, e há o rompimento da camada que reveste os corpos cavernosos. Pode ser percebido a partir de um estalo durante o coito, seguido de dor e hematoma local. A posição em que acontece com maior frequência é aquela em que a parceira fica por cima”, alerta o urologista.

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