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Desapegue! Sete mitos sobre o sexo que você precisa eliminar já

O sexo deixou de ser um tema sobre o qual ninguém fala, no entanto, os mitos sobre ele ainda são muito comuns e espalhados aos montes, gerando algumas dúvidas e até dificultando o prazer na relação. Desvende sete lendas que você deve deixar de acreditar já para aproveitar mais o tempo sob os lençóis.

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Tamanho é documento

Tamanho não tem influência sobre o prazer. Foto: Thinkstock
Tamanho não tem influência sobre o prazer. Foto: Thinkstock

Acredite, tamanho não é documento, e qualquer um pode garantir excitação durante o ato sexual. “É um mito. Tem gente que acredita que os maiores são os melhores, mas já temos comprovações cientificas de que isso não é real. A mulher pode sim ter uma preferência, mas não significa que um menor não proporcionará um prazer igual”, garante a fisioterapeuta sexual Débora Pádua. Vale lembrar que o seu corpo influencia muito, e que um pênis muito grande pode, inclusive, resultar em uma relação dolorosa.

Preliminar só é importante para a mulher

Eles se excitam e ficam prontos para o sexo com mais facilidade que elas. Isso, no entanto, não significa que os homens possam dispensar preliminares ou que caprichar nela não traga benefícios para ambos. “São importantes e devem acontecer pra os dois. Claro que elas precisam de estímulos por mais tempo para que aconteçam algumas mudanças no corpo, mas é algo que deve existir independente do quão longa será. Aproxima o casal, excita mais e deixa a relação muito mais interessante”, explica.

Só homens assistem filme pornô (e se beneficiam com isso)

Filmes pornôs podem trazer benefícios para mulheres, como pensar mais no sexo. Foto: Tijana87/iStock
Filmes pornôs podem trazer benefícios para mulheres, como pensar mais no sexo. Foto: Tijana87/iStock

Assistir a filmes pornô não é uma exclusividade masculina, e existem benefícios ligados a essa prática. “As mulheres podem sim aproveitar esses filmes, mas ninguém é obrigado a gostar. O lado bom é que ele te leva pensar mais em sexo, e isso é especialmente bacana para as mulheres, que não são tão antenadas quanto os homens. A partir do momento em que você pensa mais sobre o assunto passa a querer e buscar mais, e ainda te faz fantasiar sobre o que gostaria e como”, revela.

Orgasmo só com penetração não existe

Chegar ao orgasmo apenas com penetração pode ser difícil, mas está longe de ser impossível. “É um mito comum, porque o local de estímulo mais fácil é o clitóris. A mulher pode sim chegar ao orgasmo com a penetração, e em algumas relações isso vai acontecer”, conta.

Não ter um orgasmo é sinal de problema

Não chega ao orgasmo com frequência? Deixe a preocupação de lado, pois a dificuldade pode estar mais no que se está fazendo durante o sexo do que ser algo fisiológico: “Não necessariamente é uma condição sua, geralmente é uma falta de informação, dificuldade de se tocar ou de deixar que o parceiro te toque. Às vezes o que está errado é a maneira como tem feito os estímulos, e só se desconfia de algo físico quando ele nunca aconteceu”.

Sexo precisa ser frequente

Como quase tudo na vida, quantidade não é sinônimo de qualidade, e muita gente cai no erro de colocar a frequência em primeiro lugar. “É legal que um casal tenha uma vida sexualmente ativa, mas cada pessoa se adapta com uma quantidade. Algumas mulheres acabam fazendo sexo sem estarem com tanta vontade só porque acham que ele precisa acontecer mais para que a relação seja boa. Por outro lado, quanto mais tempo se fica sem sexo, mais fácil é se acomodar. A dica é fazer apenas quando está realmente com vontade e disposta a se entregar”, indica.

Orgasmo é sempre intenso

Não espere que todo orgasmo te faça ver fogos de artifício, é possível ter uma reação bem mais amena e que algumas pessoas chegam a nem relacionar ao clímax. “Tem orgasmos de todos os tipos e de tudo quanto é intensidade. Às vezes você consegue ter e não é muito intenso, outras está superestimulada e é forte. É uma coisa muito particular, mas algumas pistas de que ele está ocorrendo são as contrações perineais rítmicas, quase uma por segundo, com a vagina contraindo e soltando, aumento da respiração, batimento cardíaco e sudorese”, aponta a especialista.

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